RESIDENT EVIL 4.1… Quer dizer, 5.

Janeiro 28, 2009

RE5

Antes de me dirigir a qualquer outro assunto: peço desculpa por ter dito que ia postar e depois desapareci sem deixar rasto. Pura e simplesmente tive uns dias bastante ocupados com projectos musicais e com a Universidade (exames estão-se a aproximar e os testes já passaram graças a Deus…).

Tive mesmo de abrir um novo post para falar sobre o meu descontentamento (infelizmente) com o novo título da saga Resident Evil. Como muitos de vocês devem saber, Resident Evil é uma série de jogos survival horror (terror) para consolas (estreou na agora antiguinha PlayStation até aos dias de hoje, onde se vai estrear na PlayStation 3 e na XBOX 360). Foi considerado por muitos como a melhor série survival horror alguma vez feita (na minha opinião, é o Silent Hill. Mas gostos são gostos, não é verdade?). A verdade é que eu sou grande, grande fã desta saga de jogos. Comecei por jogar o primeiro em casa de um amigo meu um pouco depois deste ter sido lançado e fiquei logo apaixonado pelo jogo. Foi também, dos primeiros jogos de terror que tinha jogado, e devo dizer que a adrenalina a jogar era um sentimento espectacular… Não comprei o primeiro nesta altura (pois esse meu amigo era meu vizinho e podia jogá-lo sempre que quisesse! :P mas claro, mais tarde adquiri o jogo) mas comprei o segundo jogo mal este saiu. Resident Evil 2 (o meu favorito da saga) fazia tudo o que o primeiro fazia de bem… e ficava-se por aí. Umas pequenas melhorias aqui e ali, umas novidades ali e aqui, melhores gráficos, uma história melhor e 2 visões (2 personagens) diferentes da mesma história / jogo separada em 2 CDs. Era como se fossem 2 jogos em um. Queriam algo melhor? Especialmente quando o verdadeiro núcleo do jogo se mantinha: ambiente negro, sangue, mortos-vivos, puzzles e muita exploração. Pois sim, mesmo sem mudando muito, do primeiro para o segundo jogo, a saga melhorou bastante e começou a ganhar cada vez mais seguidores, eu incluído. Algum tempo depois tomo conhecimento que ia sair o Resident Evil 3, mas na altura andava tão colado a jogar outros jogos que nem me apercebi quando saiu; felizmente a minha prima sim! E como ela vivia a uns 5 minutos de minha casa… jogávamos o jogo quase todos os dias… Lembro-me que acabamos o jogo sem exagero 3 vezes num só dia: foi uma melhoria como do primeiro para o segundo: o núcleo manteve-se, e houve umas pequenas novidades pelo meio.

E aqui chegamos à nova geração da saga, Resident Evil: Code Veronica para a DreamCast (sim, sim, eu sei que saiu o Survivor e isso, mas vou apenas referir-me aos jogos principais da saga, que são, propriamente ditos, RE, RE2, RE3, RE:CV, R4 e R5). Os novos gráficos melhorados e etc deixaram os fãs com água na boca: eu mal podia esperar para jogá-lo! Infelizmente só comprei uma DreamCast há pouco mais de 6 anos (para jogar Shenmue!) e antes disso já tinha saído a versão para a PlayStation 2, que foi quando joguei este jogo. Basicamente, a CAPCOM continuou com o bom trabalho: manteve o núcleo e adicionou várias novidades! Mais um excelente jogo de terror com sangue, mortos-vivos, puzzles e exploração!

Mas claro, infelizmente não ficamos por aqui. Uns tempinhos depois a CAPCOM desvenda o seu mais novo projecto: Resident Evil 4 para a GameCube (outro que só joguei quando saiu na PlayStation 2 pois nunca tive uma GameCube). Quando vi imagens do jogo não podia acreditar no que estava a ver: os gráficos eram brutais, e a jogabilidade parecia muito boa mas… onde está o ambiente negro? Os puzzles? Os mortos-vivos? O Resident Evil? Ok, está ali o Leon com uma arma a disparar contra… espanhóis?!? A sério CAPCOM, onde estãos os mortos-vivos? Embora ainda não tenha percebido muito bem o que são, sim, comportam-se como mortos-vivos, mas diria que são a nova evolução dos mortos-vivos (???). O que estava a CAPCOM a pensar?

- “Vamos fazer um novo Resident Evil!”
- “OK, vou começar a fazer a concept art dos zombies!”
- “Zombies? Nah, isso já é do passado, vamos meter espanhóis enraivecidos que por um lado comportam-se como mortos-vivos mas que correm como o catano, teem armas e pistolas e gostam muito de chamar ‘hijo de pu*a!’ ao Leon!”
- “…”
- “Já lhe falaram do seu aumento?”
- “AHHH!! Que excelente idéia!!”

Pois… OK, o Resident Evil 4 pode não parecer-se nada com os outros Resident Evils, isso é verdade, mas também é verdade que é um bom jogo… mas é um bom jogo de acção (e muito bom por acaso). Não mete medo (embora por vezes dê alguma adrenalina), tem uma pequena porção de puzzles e pouca exploração (o jogo é bastante linear…). Mas OK, tudo bem, é passável, venha de lá o próximo CAPCOM.

E assim a CAPCOM fez, confirmou: RESIDENT EVIL 5! Nas consolas da terceira geração! Foi a excitação total para fãs de Resident Evil e fãs do Resident Evil 4 (sim, porque com a saída do Resident Evil 4, pessoas que gostam muito de shoot’em’ups (jogos de tiro) aderiram à série… claro pelas razões erradas e quase de certeza muitos deles não jogaram, não querem ou não gostam dos anteriores). São lançadas umas imagens lindíssimas do jogo em que vemos o Chris (personagem do Resident Evil original) – outra vez, foi a excitação total! E depois… vieram imagens e vídeos da jogabilidade.

Parece então que a CAPCOM parou no tempo com o Resident Evil 4 e decidiu-se ficar por aí e começar a pisar as poças todas. Hoje fui avisado por um amigo meu que a demo do Resident Evil 5 tinha sido posta no XBOX Live. Então pronto, lá fui eu fazer o download. Seja o que Deus quiser, não é verdade? Após o download começo a ficar um pouco excitado com o facto de que vou jogar o novo capítulo de uma saga que gosto e sigo à anos (tive um pouco afastado de todos os vídeos e imagens que foram lançados nos últimos meses por isso não sabia muito bem ao certo o que me esperava… embora soubesse que se parecia muito com RE4).

Menu. Sim senhor, todo bonito com uma célula e não sei quê, muito à Resident Evil, foi uma boa primeira impressão. Single-Player… Eh lá! Isto tem Modo Co-Op (para dois jogadores) online e offline! Muito porreiro! OK… Stage Select… sim… pera?! Stage Select?

NÍVEIS NO MEU RESIDENT EVIL!?

É que nem sequer são missões, são níveis. Mas estou a jogar Resident Evil ou Super Mario? Bem… ultrapassando esse facto escolho o primeiro (ugh) nível e começo a jogar a demo. O meu primeiro pensamento foi “uau”, os gráficos são LINDOS. Estamos perante um dos jogos mais bonitos que já vi, e isso sem discussão. Mas infelizmente para muitos (eu incluído) os gráficos não são tudo, não é verdade? Começo a jogar… primeiro ponto negativo logo: a câmara é HORRÍVEL. Só vês o Chris a ocupar o lado esquerdo todo do ecrã e o lado direito. Ou seja, se te atacam do lado esquerdo vai passear que já almoças-te. Basicamente é isso. A câmara ainda está pior que o RE4 por incrível que pareça. Mais… Anda super devagar… A correr parece que está a andar… Os controlos embora complexos são fluídos e com o tempo começa-se a habituar a eles. Até aqui tudo mais ou menos. LT para apontar… RT para disparar… E… ?? Não podemos controlar o Chris enquanto ele aponta??

OK isto vai de mal a pior… Primeiro ele anda devagar, a câmara é horrível, e agora para além de demorar um bom pedaço de um segundo a apontar ele não anda? Sim senhora… Então está bem!

Seguindo o que aparece? Mortos-vivos (acho eu) a… falar a um megafone? E depois? Centenas de… africanos-vivos a atacarem? Yep. É básicamente isso. E o que fazemos durante a demo? Disparamos, corremos, disparamos, apanhamos munição, voltamos a disparar, corremos, subimos escadas, disparamos, aparecem mais dezenas de africanos-vivos, disparamos, corremos, curamo-nos, disparamos… Por aí fora.

Estamos perante o novo Resident Evil? Não. Estamos perante um shooter da nova geração… com uma câmara horrível e movimentos lentos.

O jogo é difícil, bastante difícil, mas digo isto com agrado porque jogos fáceis não quero, gosto de um bom desafio, mas não gosto de um desafio que se resuma a disparar, correr, apanhar munição e disparar. Onde estão os puzzles que tanto me fazem pensar? A exploração? O “the door is locked” (a porta está trancada)? Os mortos-vivos? Onde estão todas estas características que fazem do Resident Evil o Resident Evil? Não estão no Resident Evil 5, isso posso dizer-vos com certeza.

Ou se estão, a demo está muito mal feita (não seria a primeira vez, também odiei a demo do Uncharted e tornou-se um dos meus jogos favoritos para a PlayStation 3…). Espero então que seja apenas isso: uma demo mal calculada.

Outro pontos positivos? Desta vez temos uma ajudante, Shiva (acho que é esse o nome, ele só o disse uma vez na demo que eu tenha reparado) e está muito, muito bem conseguida. Se apontas a arma para ela, ela foge! Ajuda-te quando for preciso, chama-te quando precisa de ajuda (basta carregares no RT sem a arma a apontar para veres onde ela está – e felizmente ela é muito capaz por isso não te chateia muito, ajuda mais do que o que chateia!). E resumidamente… é isso. Não vi nada de muito positivo nesta demo. Estou de rastos no que toca a Resident Evil, desiludiu-me por completo… Resident Evil 5 é nem mais nem menos que uma expansão do Resident Evil 4, com uma câmara pior, movimentos mais lentos e com mais e mais acção (que é o que não se quer num survival horror).

Ah, e ia-me esquecendo de referir, que um dos inimigos (um gajo grande com um saco na cabeça e uma arma gigante) parece uma cópia do Pyramid Head (Silent Hill 2)… Move-se lentamente, demora a levantar a arma e depois deixa-a cair em cima de nós com uma violência brutal quase nos tirando a vida toda… Mexe-se como o Pyramid Head… Ataca como o Pyramid Head… só que tem um saco na cabeça em vez de uma pirâmide (Bag Head? lol…) e um machado gigante em vez de uma faca gigante. Copy pasta.

Ainda outra coisa, quando se mata um morto-vivo/africano-vivo (???) eles… derretem. A sério… Mas por que raio é que derretem? Será do calor? Ok, piadas secas de lado, não faz sentido e é um pouco estúpido sinceramente…

Sim, provavelmente vou comprar o jogo, nem que seja pela história (estamos a falar do Chris e da Jill! – e também porque é uma continuação do excelente filme em CG “Resident Evil Degeneration”) e quem sabe até posso começar a gostar dele à medida que for jogando… não seria também a primeira vez que algo assim acontece. Só espero é que isso aconteça mesmo, porque a demo deixou-me muito, muito desiludido mesmo… Só vou pegar nela agora para experimentar o Co-Op… ao menos divertido deve ser.

Resumindo e concluindo: os jogos parecem estar a ir pelo mesmo caminho (mau) dos filmes, não são de terror, são de acção. Mais valia mudarem o nome para Resident Matrix ou algo assim porque só falta podermos abrandar o tempo para desviarmo-nos dos ataques dos… “zombies”.

E pronto é isto… deixem a vossa opinião, lembrem-se: isto é a minha opinião, todos temos opiniões diferentes, não tou a dizer que o jogo é mau, tou a dizer que para mim, o jogo não é muito bom e não é Resident Evil.

Fiquem bem e espero voltar a ter tempo para escrever aqui em breve!

Dawn.


Uncharted: Drake’s Fortune (PS3) Review

Janeiro 16, 2008
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 UNCHARTED: Drake’s Fortune
Plataforma: PlayStation 3
Género: Aventura / Acção / Plataformas
~ Antes de mais, sim, estou de volta, desculpem a ausência mas a minha vida tem sido uma loucura – finalmente arranjamos uma sala de ensaio só para a minha banda, e devem imaginar a trabalheira que tem sido organizar tudo, comprar o resto do material necessário, etc. Agora temos aquilo em obras. Vamos lá ver como fica ~
Ora, Uncharted na PS3. Devo confessar que joguei a demo deste jogo em casa do meu tio, ainda não tinha eu uma PS3 (mais ou menos em outubro ou novembro) e gostei do que vi, e até gostei do que joguei. Mas não me captivou muito. Ok, tinha os melhores gráficos que alguma vez vi, uma jogabilidade muito acessivel (mas muito repetitiva: andar, disparar, andar mais um bocadinho, saltar uma pedra, disparar, etc.). Por isso, ofereceram-me a PS3 no meu aniversário em Dezembro mas nunca mais pensei neste jogo. Não me interessava muito pelos factos que escrevi acima e pelo facto da ausência de uma história… Vocês devem a pensar “ah, era só uma demo, não podia ter a história toda”, sim, eu sei disso. Mas a jogabilidade também não me chamou muito a atenção. Antes disto, um amigo meu já tinha adquirido o jogo e continuava a dizer que era o melhor jogo que tinha jogado na PS3. E eu “ok, são gostos”. Depois o meu tio também comprou o jogo e só dizia maravilhas. E só lia e ouvia maravilhas do jogo. E eu pensei “porra, com tanto jogo cá fora melhor, o que é que o jogo tem de especial?”. Fechei os olhos, peguei no dinheiro que me sobrou do meu aniversário e natal, e fiz, o que chamo de “a melhor coisa que fiz até agora neste ano”. Comprei o Uncharted.
Pelo amor de Deus. Se jogaram a demo e não gostaram não se admirem, a demo está uma grandessissima cagada (desculpem o termo). Está mal feito, mal pensado e mal situado. Na demo só mostra cenas de acção, quando no jogo estão presentes elementos de acção, plataformas e exploração, isto tudo deliciosamente abraçado por uns puzzles geniais pelo meio. Uncharted não é Tomb Raider. Não é Gears of War ou Resident Evil 4. E não, não é Pitfall. É mais um clone criado por DNA de cada um destes jogos. As influências estão presentes:
Tomb Raider – As plataformas, as abilidades
Gears of War – A possibilidade de te esconderes atrás de objectos nas cenas de acção
Resident Evil 4 – A mecânica de tiro
Pitfall – A floresta, a aventura
Mas Uncharted ainda consegue ir para além destes jogos. No fundo, não podemos compará-lo com nenhum deles. Seria injusto. Para os outros.
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História
Uncharted conta a história de Nathan Drake, o descendente de Sir Francis Drake. Nathan descobre sobre o seu antepassado e sobre um tesouro que este procurava e para o qual tinha o mapa. Ora Nathan arma-se em Lara Croft (sem as aparentes curvas lol) e vai em caça ao tesouro. E que melhor maneira de arranjar fundos para desenterrar um caixão do fundo do mar? Fala com a TV, e recebe os fundos e é também acompanhado pela jornalista Elena. Esta fica surpresa quando descobrem que o caixão está vazio. Mas Nathan não, ele já desconfiava que o seu antepassado tinha falsificado a sua morte. Para quê? Para não deixar cair o tesouro nas mãos erradas. Mas nem tudo nesta aventura é o que parece… E vocês descobrirão o que quero dizer quando jogarem juntamente com Nathan, Elena e Sully (Sullivan – um amigo de Nathan). Já agora, um especial “excelente” para o modo como as cutscenes estão feitas, porque são uma “delicia deliciosa de deliciar”. – 09/10
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Gráficos
É finalmente o primeiro jogo que distancia a PS3 da Xbox 360. Mas os criadores dizem que a PS3 ainda consegue mais do que isto (!!). São lindos de se ver, uma beleza para os olhos, mas não pensem que em temos de personagens vão ver a coisa mais realista de sempre. Sim, são realistas, mas não são muito. Porquê? Porque a Naughty Dog deu-lhes aquele toquezinho especial a que nos habituaram em jogos como Crash Bandicoot. Mas não pensem que isto é mau. É perfeito. Tudo encaixa perfeitamente. E sinceramente, para um jogo deste tamanho (em termos de mapas e gráficos), o facto de o jogo ter apenas um loading (sim, um) deixa-me boquiaberto. – 10/10
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Jogabilidade
Como já disse, este jogo “pede emprestado” o melhor dos outros jogos de acção/plataformas no mercado. A jogabilidade tem de tudo, tem momentos de acção pura, momentos de plataformas de cortar a respiração e momentos de exploração / puzzle que vos vão fazer puxar um pouco pela cabeça (mas não muito). O jogo no geral é fácil e acabá-lo-ão rápido (visto ser quase impossivel ficar “preso” em alguma parte do jogo). O jogo funciona deste modo até quase ao fim onde uma mudança radical de jogabilidade acontece (não vou spoilar, mas foi uma surpresa muito agradavel!). Os comandos funcionam na perfeição, porém vão precisar de se habituar (usarão practicamente todos os botões do comando PS3). Mas não são nada de fazer explodir com a cabeça. :) – 10/10
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Som
A banda sonora é diferente em certos termos. É orquestra mas com alguns instrumentos que raramente ouvimos neste género de jogos. Muito boa. O jogo está totalmente traduzido e dobrado para o Português – Portugal cá por estes lados, mas não pensem que é mau. É a melhor dobragem que alguma vez ouvi. As vozes encaixam na perfeição nas personagens e as falas são épicamente cómicas (especialmente quando o Nathan decide mandar uma piada – isto quando estão pertos de bater as botas, como se costuma dizer – um verdadeiro sarcástico! Faz-me lembrar Ash dos filmes Evil Dead de Sam Raimi). Ainda nem tive coragem de re-jogar o jogo com as vozes inglesas para ver se são boas, porque as portuguesas são perfeitas. Bom trabalho! – 10/10
Longevidade & Re-Jogabilidade
No ponto. Não é muito grande, não é muito pequeno. Acabá-lo-ão numas 8 horas a primeira vez que jogarem sem grandes problemas, mas vale a pena (muito a pena) e vão-se sentir muito tentados e com vontade de repetir a experiência. Porquê? Várias razões:
- As personagens memoráveis
- A jogabilidade
- Para desbloquear as dezenas (ou mesmo centenas) de prémios que podem ganhar atingindo vários objectivos (10 tiros na cabeça, 100 tiros na cabeça, 5 tiros na cabeça seguidos, e coisas deste género)
- Para desbloquear as dezenas de extras (making of, gravações, arte, etc etc etc! há muito que desbloquear).
Falo por mim que já tou a jogar o jogo pela segunda vez, não enjoa. E não vão querer passar as cutscenes à frente, porque são de génio.  No geral o filme parece um filme de acção! No melhor sentido possível! 09/10
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Pontuação Final: 09/10 – Excelente!
Se têem uma PS3 têem a obrigação para com vocês próprios de ir já comprar este jogo. Qualquer pessoa com uma PS3 não pode deixar passar este jogo de lado! E não façam como eu! Não se fiem na demo que está muito mal feita e planeada! O jogo é lindo! O melhor para PS3 neste momento. Agora vou voltar ao Ninja Gaiden Sigma. :D